woohoo foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/wortex92/public_html/plasticonline.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131A pesquisa revelou ainda o perfil destes empresários: homens (78,1%), com mais de 35 anos (82,3%) e com escolaridade superior à graduação (86,7%), que conduzem empresas familiares (70,1%), com 50 a 500 funcionários (61,5%), localizadas no estado de São Paulo (46,8%).


O estudo também mostra a participação de diferentes áreas da transformação. Para a produção de filmes (ramo de 55,8% dos participantes da pesquisa) são usados equipamentos de extrusão onde a matéria-prima fundida forma filmes flexíveis que, posteriormente, serão transformados em embalagens. Já para a injeção de plásticos (31,7%), são usadas máquinas que injetam o material fundido sob pressão no interior de um molde, formando peças de formatos e aplicações diversas. Outro tipo de transformação do material plástico que aparece em destaque é o sopro-extrusão (20,5%) que produz, por exemplo, frascos para alimentos e bebidas, através da aplicação de ar comprimido que expande o material fundido dentro de um molde.

A pesquisa traz também a participação do setor da reciclagem dos materiais plásticos (9%) onde há a fabricação de grânulos de material reaproveitado que retornarão à cadeia produtiva na forma de novos produtos plásticos, evitando a extração de novos recursos naturais e aplicando o contexto da economia circular.
As empresas ouvidas produzem os mais diferentes tipos de produtos, principalmente embalagens para alimentos e bebidas ou tampas (37,4%). Bobinas plásticas (29,5%), produtos para agronegócios (22,3%), construção civil (18,7%) e embalagens para cosméticos (15,1%) também aparecem com grande relevância entre os itens produzidos.

Investir em renovação tecnológica, principalmente na área de processos e equipamentos, é o desejo de 38,5% dos empresários. O mercado e a concorrência são considerados os principais desafios para o crescimento para cerca de 30% dos entrevistados. Os empreendedores da indústria do plástico têm interesse em iniciativas voltadas à eficiência operacional, comprovado pelos percentuais altos daqueles que querem reduzir perdas (67,7%) e aumentar o controle de qualidade (61,2%).
Para atender a estas demandas, o PICPlast realiza, ao longo do ano, uma série de ações que visa beneficiar os atuantes do setor. Desde 2013 já foram investidos cerca de R$ 15 milhões em iniciativas direcionadas aos transformadores. São projetos que auxiliam desde o pensamento com foco em inovação até gestão financeira e controle de qualidade.
Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast e https://blogdoplastico.wordpress.com/
]]>O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), por meio do Centro de Tecnologia de Embalagem (CETEA), promove o curso ‘Embalagens Plásticas Flexíveis: Materiais & Propriedades’. O evento será realizado de 13 a 15 de março no auditório do ITAL, em Campinas (SP), com o objetivo de transmitir um conhecimento técnico dos materiais plásticos e dos insumos usados na fabricação de embalagens.
O curso garante conhecimento para a melhor qualidade do produto desde sua fabricação até a chegada ao consumidor final. Serão exploradas as ferramentas que auxiliam no desenvolvimento e na avaliação do desempenho de embalagens plásticas flexíveis.
Os três dias serão de intensa aprendizagem e também acrescentarão aprimoramento na formação profissional do participante. Os pesquisadores do CETEA ministrarão 17 palestras de diferentes abordagens. Entre os temas discutidos estão: materiais das embalagens; questões de sustentabilidade aplicadas ao desenvolvimento de embalagens; legislação sobre embalagens plásticas; aditivos para embalagens plásticas; identificação de materiais plásticos; caracterização física e dimensional; propriedades mecânicas e de barreira a gases, vapor d’água, vapores orgânicos e luz; integridade do fechamento de embalagens; e a interação embalagem/produto.
O curso é destinado aos profissionais de empresas usuárias e fabricantes de embalagens plásticas flexíveis. As vagas são limitadas, para conferir valores e realizar a inscrição, acesse o site do evento.
Sobre o ITAL
O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) promove atividades de pesquisa, desenvolvimento, assistência tecnológica, inovação e difusão do conhecimento nas áreas de embalagem e de processamento, conservação e segurança de alimentos e bebidas.
Fonte: ITAL e https://plasticovirtual.com.br/ital-oferece-curso-de-embalagens-plasticas-flexiveis/
]]>O Brasil precisa, com urgência, implementar um projeto de reindustrialização baseado na indústria 4.0, que é a definição da integração na indústria de transformação de tecnologias de Big Data, inteligência artificial e Internet das Coisas, entre outras. Essa união tem o objetivo de ampliar o nível de automação e viabilizar novas formas de organização dos sistemas de produção.
O 1º Congresso Brasileiro de Indústria 4.0, realizado pela Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), em parceria com o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai – SP) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) ocorreu em dezembro, em São Paulo, e reuniu representantes de empresas e agências de fomento à pesquisa, desenvolvimento e inovação e teve como objetivo de discutir e avaliar as vantagens competitivas que podem ser construídas pelo Brasil no contexto da indústria 4.0.
Segundo dados apresentados por José Ricardo Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da instituição, o Brasil encara um intenso processo de desindustrialização, como se define a redução da capacidade industrial de um país.
É possível notar isso diante dos dados, onde a participação da indústria brasileira na indústria mundial caiu praticamente pela metade nos últimos 20 anos. A participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2017 foi de 11,1% e esse patamar foi atingido em 1953, comparou Roriz. Ele também citou que os números caíram de 3,47% em 1995 para 1,84% em 2016 e que “a participação da indústria no PIB brasileiro regrediu 65 anos. E, por conta disso, a produtividade brasileira estagnou”.
Roriz Coelho também afirmou que a industrialização foi o motor do aumento da produtividade nacional durante um longo período, e isso permitiu que o país reduzisse o hiato com relação aos Estados Unidos nesse quesito. Em 1980 a participação da indústria no PIB brasileiro atingiu o patamar de 20,2% e a produtividade do país em comparação com os EUA chegou a 40,3% – porém, em 2015 caiu para 24,9%, o mesmo índice de 1950. “Com a queda da participação da indústria no PIB brasileiro, a produtividade do país em comparação com a dos Estados Unidos também regrediu quase 65 anos. Isso representa um grande motivo de preocupação”, afirmou.
Para competir com a Europa, que planeja investir cerca de € 1,8 trilhão nos próximos anos para modernizar sua indústria, o Brasil possui alguns pontos fortes que podem contribuir para responder aos desafios que são trazidos pela nova realidade da indústria 4.0 – entre eles, o de contar com um parque produtivo diversificado, com unidades fabris de empresas que são líderes das principais economias desenvolvidas.
Apesar disso, o país terá que superar alguns obstáculos, como melhorar a infraestrutura tecnológica, criar linhas de financiamento apropriadas e desenvolver competências e capacitações em tecnologias cruciais para implementar a indústria 4.0, como a robótica avançada, manufatura aditiva, que se refere a construção de objetos através da impressão 3D, além de realidade aumentada e materiais funcionais foram apontados pelos participantes do evento.
O Programa FAPESP – Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) apoia um expressivo número de pequenas empresas, nascentes de base tecnológica que possuem projetos em áreas relacionadas a manufatura avançada. Por isso, é importante lembrar do destaque feito pelo diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP, Carlos Américo Pacheco, que algumas dessas tecnologias têm sido testadas por pequenas empresas nascentes de base tecnologia (startups), além de universidades e instituições de pesquisa em São Paulo.
Ele avaliou que “há uma base mínima de competências instalada em universidades e em empresas relacionadas à manufatura avançada e Internet das Coisas, por exemplo. A gente não parte do zero nessa corrida”, pois afirma que entre as mais de 200 empresas apoiadas, 45 delas desenvolvem projetos com foco na manufatura avançada.
A FAPESP e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram um edital que apoia pequenas empresas na realização de pesquisas para o desenvolvimento da inovação em manufatura avançada, a indústria 4.0 – o prazo de inscrições foi encerrado em dezembro do ano passado. Além desse, a Instituição também lançou a Chamada de Propostas, que será encerrada em 1º de fevereiro e seleciona empresas ou consórcios de empresas que tenham interesse em parceria com a Fundação na criação de um Centro de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada.
Fonte: https://plasticovirtual.com.br/brasil-necessita-de-reindustrializacao-com-base-na-industria-4-0/
]]>São Paulo – Já parou para pensar em quantas garrafinhas de bebidas você compra, esvazia e descarta no seu dia a dia? Em um país como o Brasil, que não coleta nem metade do lixo que produz, embalagens aparentemente inofensivas vão parar onde não devem: em lixões a céu aberto, descartadas em algum canteiro na rua, nas praias, rios e lagos do país, gerando uma carga indigesta para o meio ambiente.
Se nós, enquanto consumidores e cidadãos, podemos e devemos rever nossos hábitos, imagina então o potencial que as empresas do setor de bebidas pode ter para reverter esse ciclo nocivo. Atenta ao seu (imenso) papel nesse mercado, a Coca-Cola anunciou hoje um compromisso global para reduzir o impacto de suas embalagens no meio ambiente e tornar suas operações mais sustentáveis.
A meta é coletar e reciclar o equivalente a 100% de suas embalagens até 2030. Na prática, a cada garrafa ou lata que a empresa vender, em escala global, uma outra deverá ser “regatada” e ganhar vida nova. “O mundo tem um problema de embalagem e, como todas as empresas, nós temos a responsabilidade de ajudar a resolver isso”, disse James Quincey, presidente e CEO da Coca-Cola, em comunicado.
Aqui no Brasil, a empresa diz que já garante a destinação correta para 51% das embalagens produzidas e trabalha para chegar a 66% até 2020. Em 2016, esse percentual era de 36%.
Esse avanço reflete um investimento de R$ 1,6 bilhão, previsto para cinco anos (2016-2020) e aplicável em outras duas frentes: design das embalagens e parceria. Do total R$ 1,2 bilhão representa o investimento de hoje até 2020.
Na frente do design, atualmente, as garrafas de plástico pesam 20% menos do que as produzidas há 10 anos e são 100% reaproveitáveis, ou seja, podem voltar ao ciclo industrial.
Buscando mais eficiência no consumo de matéria-prima, a Coca-Cola Brasil aumentou também o uso de material reciclado nas embalagens.
Segundo a empresa, mais de 60% da composição de novas latas de alumínio e de garrafas de vidro é proveniente de embalagens recicladas. Juntas, representam 31% do volume de material colocado no mercado, anualmente. E 35% das embalagens PET também já são compostas por resina reciclada.
A empresa, que apoia mais de 200 cooperativas de reciclagem em todo o país, ressalta a importância de trabalhar em conjunto com comunidades locais, parceiros da indústria, clientes e consumidores para enfrentar o problema.
“Temos certeza que não podemos fazer nada sozinho”, diz à EXAME.com Andreia Mota, diretora de sustentabilidade da Coca-Cola Brasil. “Dentro do grupo das industrias de bebidas, a Coca-Cola, enquanto liderança, tem um papel de puxar essa agenda, é uma prestação de conta à sociedade. Sabemos que nosso compromisso pode impactar outros atores da cadeia como um todo. Daí a importância do diálogo trans-setorial, investimento em tecnologia e ações governamentais andarem de mãos dadas”, afirma.
Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/o-plano-da-coca-cola-para-reduzir-o-impacto-de-suas-embalagens/
]]>A iniciativa pretende eliminar do circuito as práticas inadequadas de coletores sem informação ou desavisados, que não armazenam corretamente o acrílico, além de misturá-lo com outros plásticos. Tais práticas fazem com que os custos de produção das chapas recicladas sejam mais dispendiosos por causa da separação de impurezas.
Além de contribuir para o aumento da qualidade da chapa reciclada e seu barateamento, o estímulo do retorno do material excedente às empresas produtoras ainda faz com que a cadeia se ajuste à Lei de Logística Reversa, que torna todos os elos do mercado responsáveis pelo descarte ecologicamente correto de resíduos sólidos.
Longe de ser um plástico comum, o acrílico, além de resistente, de ter boa aparência e ser bastante durável, é 100% reciclável. Quando descartado corretamente, pode ser novamente transformado em chapas que serão utilizadas para uma infinidade de aplicações, como objetos decorativos, displays comerciais e acessórios femininos, entre tantas outros itens. “Todo esse processo é possível porque o acrílico é um termoplástico que não sofre alterações significativas na sua estrutura química durante o reaproveitamento, permitindo que ele seja fundido no processo de recuperação do monômero de metacrilato de metila”, explica Carlos Marcelo Thieme, presidente Indac.
Tal flexibilidade ainda torna o acrílico um material valioso no mercado de reciclagem, quando comparado a outros plásticos. Isso faz com que seu índice de reaproveitamento seja bastante alto. De acordo com estimativas do setor, são recicladas no País aproximadamente 2 mil toneladas por ano de chapas e resinas acrílicas. E esse número só não é maior porque o material é muito durável e, por isso, utilizado na produção de bens com prazo de vida mais longo. Assim, um item em acrílico geralmente só é descartado quando quebra ou chega ao final de sua vida útil.
Descarte
Tanto quanto as empresas produtoras da matéria-prima, os transformadores têm responsabilidade sobre os impactos negativos de um produto no meio ambiente. Por isso, descartar corretamente os resíduos é fundamental, inclusive para que esse material volte às mãos de quem o produz. “Quando se tratar do descarte de acrílico, recomendamos que as pessoas procurem seus fornecedores de chapas. Em caso de dúvidas ou se tiver qualquer dificuldade de contato com o produtor, orientamos que procurem o INDAC. O Instituto vai informá-lo quanto à forma mais correta de descarte e armazenamento do material”, explica Thieme.
Para saber mais sobre o Prograa de Recuperação de Acrílico INDAC, o transformador pode ligar diretamente para o Instituto: (11) 3171-0423.
O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (www.indac.com.br) é uma organização criada há 17 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.
Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC
https://blogdoplastico.wordpress.com/
]]>Venha viver experiências incríveis, como hóquei de robôs, drones, impressoras 3D e muito mais. E nas oficinas, palestras e hackathons você vai poder vivenciar na prática todas as possibilidades do plástico.
Programação:
1o. andar
De terça a sexta, das 11h às 19h e sábados e domingos, das 10h às 18h.
Entre 3 e 17/12: Exposições Hockey de Robôs, Robôs Humanoides, Bonecxs para Todxs, O que é o Plástico?, Imprimindo o Futuro.
2o. andar
Oficinas sempre das 14h às 17h.
05/12 (terça-feira): Oficina de Objetos de Plástico com Moldes de Fabricação Digital;
06/12 (quarta-feira): Oficina de Stencil;
07/12 (quinta-feira): Oficina Impressão 3D na Prática;
08/12 (sexta-feira): Oficina de Robótica para Crianças;
09/12 (sábado): Oficina de Construção de Fliperamas;
12/12 (terça-feira): Oficina de Montagem e Pilotagem de Drones;
13/12 (quarta-feira): Oficina de Hortas Automatizadas;
14/12 (quinta-feira): Oficina de Vacuum Forming;
15/12 (sexta-feira): Oficina de Brinquedos em Impressoras 3D;
16/12 (sábado): Oficina de Acessórios em Acrílico com Corte a Laser
3o. andar
Palestras e Hackathons
08/12 (sexta-feira) das 15h às 16h: Palestra “Você Ainda vai Ser um Maker”, com Heloisa Neves;
09/12 (sábado) das 14h às 15h: Palestra “Maker Inclusivo”, com Silvana Bahia;
10/12 (domingo) das 10h às 18h: Hackathon “Educação Maker” com o Professor Charles Esteves Lima;
16/12 (sábado) das 14h às 15h: Palestra “Como Ganhei meu Primeiro Hackathon criando Brinquedo” com Manoela Meroti;
17/12 (domingo) das 10h às 18h: Hackathon “Mobilidade Urbana”, com Maria Augusta Bueno.
Serviço:
PlastCoLab
Data: 3 e 17 de dezembro
Horário: terça a sexta, das 11h às 19h e sábados e domingos, das 10h às 18h.
Local: calçada do Shopping Cidade São Paulo, localizado na avenida Paulista, 1230 – Bela Vista, São Paulo – SP
Quanto: a entrada é gratuita e por ordem de chegada. Para participar das oficinas, palestras e Hackathons, é necessário fazer uma pré-inscrição pelo site http://www.plastcolab.com.br.
Fonte: http://plastcolab.com.br
]]>
No âmbito da sua visita à América Central e do Sul, percorrendo países como a Colômbia, Peru, Equador, Guatemala, El Salvador, Honduras e Costa Rica para promover a vigésima primeira edição da Plastimagen México 2017, o Eng. Juan Antonio Hernández (foto), presidente da Associação Nacional de Indústrias de Plásticos do México, AC (ANIPAC), apresentou aos empresários do setor dessas regiões um panorama sobre o novo ambiente geopolítico e geoeconômico que enfrenta essa indústria, indicando que a América do Norte é hoje em dia a região do mundo com a produção mais barata na indústria de plásticos, registrando também um aumento na sua capacidade de produção mas enfrentando novos concorrentes e infra-estrutura insuficiente.
De 1950 a 2015, a indústria de plásticos mundial registrou crescimento constante em sua produção. A Ásia atualmente domina a produção plástica (49%), seguida pela Europa (19%) e pela América do Norte (18%).
Enquanto isso, o valor de mercado da produção de máquinas para a indústria é de 34 bilhões de euros, sendo a Europa a região líder com 43% da produção, seguida da China, que representa 32% da produção mundial, enquanto que a América do Norte representa apenas 10%.
O México importa 20 bilhões de dólares de resinas e plásticos por ano e está entre os principais países exportadores de produtos, juntamente com os Estados Unidos e o Canadá. A indústria de plásticos mexicana mostra uma trajetória claramente crescente. Em 2015, a produção aumentou 7,7% e, até o final deste ano, espera-se um crescimento anual de mais de 6%. O México importa anualmente cerca de 20 bilhões de dólares em resinas e plásticos e está incluído entre os principais países de exportação de produtos, juntamente com os Estados Unidos e Canadá. O México ocupa o 12º lugar no consumo de plásticos no mundo.
A este respeito, o Ing. Hernández falou com os presentes nesses países sobre o comércio entre o México e a região, as importações e exportações e os principais produtos comercializados, entre outros temas de interesse.
A nova edição
Por 21 anos, a Plastimagen México estabeleceu-se como referência na indústria em busca de soluções para o setor de plásticos. Em novembro, exatamente entre os dias 7 e 10, será realizada a vigésima primeira edição da Plastimagen México no Centro Citibanamex da Cidade do México, organizada por E.J. Krause Tarsus do México. O evento terá a participação de empresas mexicanas e internacionais, mostrando a vanguarda de soluções para o setor de transformação de plásticos dirigidas a quase todas os segmentos industriais.
Para esta feira, são esperados mais de 30.000 visitantes e cerca de 870 empresas expositoras vindas de 25 países, representando mais de 1.600 marcas. Neste ano, a área de evento também será estendida e haverá 14 pavilhões internacionais. 4 pavilhões do Citibanamex serão ocupados com mais de 43 mil metros quadrados de espaço de exposição, além do pavilhão Valparaiso e da sala F, destinada a máquinaria pesada.
Um programa especial de palestras
A Plastimagen 2018 também contará com um programa internacional de conferências, organizado conjuntamente pela Associação Nacional de Indústrias de Plásticos (ANIPAC) e a EJ Krause de Mexico, que irá oferecer aos visitantes uma oportunidade para capacitação e para encontrar soluções para problemas que frequentemente surgem no cotidiano da indústria de plásticos.
Dentro do programa, serão apresentados tópicos como o da Indústria 4.0. Este é um tema fundamental pois é importante que a indústria de plásticos conheça os seus benefícios nos processos. É imprescindível ouvir a experiência de pessoas que convivem com a conectividade inteligente e o poder da Internet aplicado à manufatura.
Outro grande tema a ser abordado são as matérias primas e aditivos. Novos polímeros continuam a ser desenvolvidos mundialmente, com grandes investimentos para obtenção de materiais com propriedades físicas, mecânicas, ópticas e químicas mais apropriadas a aplicações em diferentes segmentos. Como resultado, por exemplo, tem sido possível a otimização no projeto de embalagens, recipientes e vários outros itens usados na nossa vida cotidiana. Novos materiais plásticos também tem facilitado a reciclagem e reutilização de produtos.
A sustentabilidade e o desenvolvimento da economia circular também é um outro tema focalizado. Finalmente, o público poderá participar de um workshop para discutir tecnologias de processamento de plásticos.
Sobre a EJ Krause México: A EJ Krause de Mexico é um promotor de fóruns de negócios internacionais que produz importantes exposições e conferências anuais em setores estratégicos desde 1991 , no México, com destaque para os setores de alimentação, educação, energia, estilo, silvicultura, indústria, meio ambiente, plástico e TIC, entre outros. É parte da rede mundial da EJ Krause & Associates, Inc. (EJK), que há mais de 30 anos vem sendo um líder mundial na organização de exposições e conferências e uma das maiores empresas privadas organizadoras de exposições do mundo.
Sobre o Tarsus Group Plc: Tarso Group Plc é um grupo de mídia de negócios internacionais com enfoque em exposições, publicações e mídia online. O grupo opera em setores-chave como a aviação, medicina, rótulos e embalagens, vestuário com desconto (Off-Price clothing), bens de consumo e indústrias automotivas. A Tarsus gerencia mais de 80 eventos e sites e é conhecido por suas exposições Labelexpo na Europa, Américas, Índia, Ásia e no Dubai Airshow.
Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastimagen e Blog do Plástico
]]>Com a crise econômica que assola o país desde 2016, as empresas dos 20 municípios que contemplam a Grande Goiânia, Anápolis, Rio Verde e outras cidades em torno do Distrito Federal, o crescimento constante dos últimos dez anos foi afetado diretamente, de acordo com o coordenador do programa no SEBRAE, Rui Costa. Segundo ele, esta parceria fortalece o ramo e “por isso foi importante contar com o incentivo do PICPlast neste momento. A implantação do programa de capacitação fez toda a diferença, por exemplo, para que os postos de trabalho se mantivessem abertos. Apesar do delicado período não registramos demissões significativas no setor”, e isso é um dado positivo que acrescenta essa conquista importante para a região.
A partir de um diagnóstico individual, as nove empresas que participam do programa iniciado em agosto de 2016, passaram por uma dinâmica para desenvolver um plano de trabalho, que tem base em quatro pilares importantíssimos: estratégias empresariais, gestão financeira, gestão comercial e gestão de qualidade. Além disso, foram ministradas instrutorias (aulas teóricas em grupo) e consultorias (atendimento in loco).
O empreendedor Hugo Dias, que está à frente da Natuplast, indústria plástica de sopro e injeção, diz desconhecer a crise e credita os ótimos resultados conquistados pela empresa devido a participação da empresa no programa. “Já tínhamos um plano de gestão traçado, mas o PICPlast e o SEBRAE foram fundamentais para lapidá-lo”. Além de ampliar a sua oferta de produtos, a Natuplast viu seu principal produto, o garrafão de água de 20 litros, ganhar acréscimo de vendas em 17% no período de um ano. Em seu catálogo de produtos a empresa traz variedade de embalagens, além de copos e canecas de plástico, que são destinados a bares, festas e eventos. O aumento de 60% no faturamento da empresa deve-se aos mais de 300 clientes atendidos ao ano. “Abrimos uma filial em Campinas, interior de São Paulo, e já programamos abrir outras duas no Norte e no Nordeste. O plano é ter uma Natuplast em cada região do país”, garante Dias.
O programa de capacitação oferecido pela parceria PICPlast e SEBRAE Goiás finaliza em dezembro deste ano. Uma parceria semelhante acontece nos Estados de Pernambuco, Alagoas e Bahia, além de programas que já foram concluídos em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Com o intuito de desenvolver o crescimento das empresas mesmo em tempos de crise, os programas são grandes incentivadores e auxiliam as empresas para que as mesmas se mantenham firmes no mercado que atuam.
Fonte: plasticovirtual.com.br
]]>Quando o assunto é redução de peso das embalagens, o PET merece menção especial. É apontada por especialistas como a resina que apresentou melhores resultados nesse quesito nos últimos tempos. “Acredito que o peso das embalagens foi reduzido de 20% a 25% nos últimos sete anos”, avalia Dinis Mota, diretor geral da Plastipak, empresa há 50 anos no mercado, com mais de 40 fábricas distribuídas pelos quatro continentes, capaz de produzir 45 bilhões de embalagens por ano. No Brasil, a empresa conta com três fábricas que somadas têm capacidade para 3,5 bilhões de unidades por ano. No mercado nacional, atende 137 indústrias e 225 marcas, produzindo pré-formas e sopro de PET em peças com volumes de 50 ml a 20 litros.
De acordo com Mota, um dos mercados em que a redução de peso alcançou maior sucesso é o de água mineral. Em outras categorias de produtos, por conta da exigência presente nas aplicações, existem fatores limitantes. Cada caso é um caso. No caso das bebidas carbonatadas, por exemplo, é preciso resistência mecânica por conta da pressão com a qual o líquido é mantido. No caso de bebidas lácteas, é necessária barreira de luz. E assim por diante.
A busca pela redução de peso é preocupação de todos os clientes. O tamanho dessa preocupação, no entanto, varia caso a caso. No caso da água, por exemplo, grandes empresas, como Nestlé e Coca-Cola, são menos radicais, procuram manter embalagens mais resistentes nas gôndolas como forma de agregar valor ao produto. As pequenas empresas mantêm o preço mais competitivo de seus produtos como arma para conquistar mercado. Por isso, elas adotam soluções um pouco mais radicais.
Qualquer que seja a preocupação do cliente, a Plastipak procura colaborar para se obter a solução mais próxima do ideal. Ela conta no Brasil com um dos seis centros mundiais de desenvolvimento e inovação mantidas mundo afora. Tal colaboração pode se dar por meio de parceria, seja a partir do desenvolvimento total ou do aperfeiçoamento de uma ideia do cliente, ou de maneira ativa, quando um projeto é desenvolvido internamente e apresentado a potenciais clientes.
Leite – Entre as centenas de itens que produz no Brasil, a Plastipak acaba de anunciar uma novidade. Trata-se da primeira embalagem do país feita de PET com capacidade de 1,5 litro para leite, desenvolvida para a empresa de laticínios Jussara. Esse cliente é o pioneiro e por enquanto único da empresa nesse segmento. Desde 2015 são fornecidas para a marca garrafas de leite de um litro.
Outro aspecto inédito no Brasil das garrafas para leite da empresa é a tecnologia usada para sua fabricação. A empresa utiliza uma fórmula aditivada de PET que elimina a necessidade do uso de materiais multicamadas para proteger o produto dos raios ultravioleta. Duas outras tecnologias são usadas no Brasil. Uma prevê o uso de matérias primas em duas camadas, sendo a exterior branca e a interior negra. Outra prevê o uso de garrafas monocamadas com a adição de etiquetas tipo manga que protegem a embalagem do gargalo até o pé. Uma quarta opção, ainda inédita no Brasil, prevê o uso de três camadas, uma preta no interior de duas brancas.
Publicado por: Jose Paulo Sant Anna na Revista Plástico Moderno
São Paulo, junho de 2017 – O futebol sempre esteve presente em várias comunidades carentes do país e muitas delas tentam usar a reciclagem como alternativa de trabalho. A união de forças da Wortex Máquinas, fabricante de equipamentos para a indústria plástica, e do movimento colaborativo Ginga.Fc, pôde colocar estas duas atividades em conjunto e possibilitou levar uma iniciativa inovadora para Suruacá, comunidade ribeirinha localizada na margem do Rio Tapajós, no Pará.
A ação faz parte do projeto “Futebol No Tapajós”, uma iniciativa experimental da Ginga.Fc, e que engloba atividades ligadas ao futebol, à sustentabilidade, ao turismo, à moda e às artes plásticas. Segundo os organizadores Felipe Rigollizzo e Felipe Oliveira a ideia surgiu depois que eles visitaram diversas comunidades da região oeste no Pará para “viver e documentar diversas experiências em torno do futebol e da sustentabilidade”. A partir daí inúmeras atividades foram sendo desenvolvidas e que tinham como objetivo final realizar uma grande benfeitoria esportiva para Suruacá, comunidade característica por seu povo alegre, hospitaleiro e amante do futebol. No mês de junho, foi oficializada a entrega e realização da benfeitoria para a comunidade.
“O trabalho com moda sustentável foi a atividade principal para gerar receita para o projeto. Foram desenvolvidos três modelos de camisetas ecológicas produzidas com malhas PET e que, com o dinheiro das vendas, nos possibilitou investir na melhoria de condições do campo de futebol da escola e entregar diversos materiais esportivos para a comunidade. Foi um grande multirão”, comemora Felipe Rigolizzo.
A parceria firmada com a Wortex viabilizou a aquisição e entrega de uma máquina filetadora de garrafas PET que, a partir do seu uso, possibilitou que as redes do gol do campinho fossem substituídas por fios de PET. “Cada garrafa é capaz de produzir 40 metros de fio”, esclarece Felipe Oliveira.
A Wortex foi responsável por parte do investimento financeiro dessa máquina filetadora, doada para a comunidade e que também pode ser utilizada para outras atividades, como produção de vassouras e substituir os barbantes para amarrar as palhas usadas como telhados.
Em breve, será divulgado um web documentário sobre o projeto nos canais da Ginga.Fc.
Sobre a Wortex
A Wortex é uma empresa referência no mercado na produção de máquinas para reciclagem, principalmente de materiais plásticos pós-consumo, e há muitos anos oferece soluções completas em reciclagem de materiais tanto para indústrias quanto para empresas recicladoras.
Fundada em 1976, na cidade de Campinas (SP), a Wortex é uma empresa 100% nacional que possui uma história marcada pelo pioneirismo na indústria plástica, fabricando equipamentos para extrusão, reciclagem, acessórios, moinhos, roscas e cilindros. A Wortex é líder no mercado brasileiro, e seu sucesso comprova-se através de uma imensa gama de projetos já desenvolvidos e pela alta qualidade nas soluções adotadas. Mais informações: www.wortex.com.br
Sobre a Ginga.Fc
Um movimento experimental e independente formado por pessoas que querem ser agentes transformadores sociais com iniciativas ligadas ao esporte, ao turismo, à moda e às artes. O futebol é a grande paixão e por meio deste esporte a empresa quer levar alegria para as pessoas. Mais informações: http://www.gingafc.com.br/ / contato@gingafc.com.br
Crédito fotos: Eduardo Figueiredo
Mais informações:
2PRÓ Comunicação – assessoria Wortex
Myrian Vallone – myrian.vallone@2pro.com.br
Teresa Silva – teresa.silva@2pro.com.br
Luciano Somenzari – luciano.somenzari@2pro.com.br
www.2pro.com.br
(5511) 3030-9463 / 9435
]]>