woohoo foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/wortex92/public_html/plasticonline.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131A pesquisa revelou ainda o perfil destes empresários: homens (78,1%), com mais de 35 anos (82,3%) e com escolaridade superior à graduação (86,7%), que conduzem empresas familiares (70,1%), com 50 a 500 funcionários (61,5%), localizadas no estado de São Paulo (46,8%).


O estudo também mostra a participação de diferentes áreas da transformação. Para a produção de filmes (ramo de 55,8% dos participantes da pesquisa) são usados equipamentos de extrusão onde a matéria-prima fundida forma filmes flexíveis que, posteriormente, serão transformados em embalagens. Já para a injeção de plásticos (31,7%), são usadas máquinas que injetam o material fundido sob pressão no interior de um molde, formando peças de formatos e aplicações diversas. Outro tipo de transformação do material plástico que aparece em destaque é o sopro-extrusão (20,5%) que produz, por exemplo, frascos para alimentos e bebidas, através da aplicação de ar comprimido que expande o material fundido dentro de um molde.

A pesquisa traz também a participação do setor da reciclagem dos materiais plásticos (9%) onde há a fabricação de grânulos de material reaproveitado que retornarão à cadeia produtiva na forma de novos produtos plásticos, evitando a extração de novos recursos naturais e aplicando o contexto da economia circular.
As empresas ouvidas produzem os mais diferentes tipos de produtos, principalmente embalagens para alimentos e bebidas ou tampas (37,4%). Bobinas plásticas (29,5%), produtos para agronegócios (22,3%), construção civil (18,7%) e embalagens para cosméticos (15,1%) também aparecem com grande relevância entre os itens produzidos.

Investir em renovação tecnológica, principalmente na área de processos e equipamentos, é o desejo de 38,5% dos empresários. O mercado e a concorrência são considerados os principais desafios para o crescimento para cerca de 30% dos entrevistados. Os empreendedores da indústria do plástico têm interesse em iniciativas voltadas à eficiência operacional, comprovado pelos percentuais altos daqueles que querem reduzir perdas (67,7%) e aumentar o controle de qualidade (61,2%).
Para atender a estas demandas, o PICPlast realiza, ao longo do ano, uma série de ações que visa beneficiar os atuantes do setor. Desde 2013 já foram investidos cerca de R$ 15 milhões em iniciativas direcionadas aos transformadores. São projetos que auxiliam desde o pensamento com foco em inovação até gestão financeira e controle de qualidade.
Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast e https://blogdoplastico.wordpress.com/
]]>O Brasil precisa, com urgência, implementar um projeto de reindustrialização baseado na indústria 4.0, que é a definição da integração na indústria de transformação de tecnologias de Big Data, inteligência artificial e Internet das Coisas, entre outras. Essa união tem o objetivo de ampliar o nível de automação e viabilizar novas formas de organização dos sistemas de produção.
O 1º Congresso Brasileiro de Indústria 4.0, realizado pela Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), em parceria com o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai – SP) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) ocorreu em dezembro, em São Paulo, e reuniu representantes de empresas e agências de fomento à pesquisa, desenvolvimento e inovação e teve como objetivo de discutir e avaliar as vantagens competitivas que podem ser construídas pelo Brasil no contexto da indústria 4.0.
Segundo dados apresentados por José Ricardo Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da instituição, o Brasil encara um intenso processo de desindustrialização, como se define a redução da capacidade industrial de um país.
É possível notar isso diante dos dados, onde a participação da indústria brasileira na indústria mundial caiu praticamente pela metade nos últimos 20 anos. A participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2017 foi de 11,1% e esse patamar foi atingido em 1953, comparou Roriz. Ele também citou que os números caíram de 3,47% em 1995 para 1,84% em 2016 e que “a participação da indústria no PIB brasileiro regrediu 65 anos. E, por conta disso, a produtividade brasileira estagnou”.
Roriz Coelho também afirmou que a industrialização foi o motor do aumento da produtividade nacional durante um longo período, e isso permitiu que o país reduzisse o hiato com relação aos Estados Unidos nesse quesito. Em 1980 a participação da indústria no PIB brasileiro atingiu o patamar de 20,2% e a produtividade do país em comparação com os EUA chegou a 40,3% – porém, em 2015 caiu para 24,9%, o mesmo índice de 1950. “Com a queda da participação da indústria no PIB brasileiro, a produtividade do país em comparação com a dos Estados Unidos também regrediu quase 65 anos. Isso representa um grande motivo de preocupação”, afirmou.
Para competir com a Europa, que planeja investir cerca de € 1,8 trilhão nos próximos anos para modernizar sua indústria, o Brasil possui alguns pontos fortes que podem contribuir para responder aos desafios que são trazidos pela nova realidade da indústria 4.0 – entre eles, o de contar com um parque produtivo diversificado, com unidades fabris de empresas que são líderes das principais economias desenvolvidas.
Apesar disso, o país terá que superar alguns obstáculos, como melhorar a infraestrutura tecnológica, criar linhas de financiamento apropriadas e desenvolver competências e capacitações em tecnologias cruciais para implementar a indústria 4.0, como a robótica avançada, manufatura aditiva, que se refere a construção de objetos através da impressão 3D, além de realidade aumentada e materiais funcionais foram apontados pelos participantes do evento.
O Programa FAPESP – Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) apoia um expressivo número de pequenas empresas, nascentes de base tecnológica que possuem projetos em áreas relacionadas a manufatura avançada. Por isso, é importante lembrar do destaque feito pelo diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP, Carlos Américo Pacheco, que algumas dessas tecnologias têm sido testadas por pequenas empresas nascentes de base tecnologia (startups), além de universidades e instituições de pesquisa em São Paulo.
Ele avaliou que “há uma base mínima de competências instalada em universidades e em empresas relacionadas à manufatura avançada e Internet das Coisas, por exemplo. A gente não parte do zero nessa corrida”, pois afirma que entre as mais de 200 empresas apoiadas, 45 delas desenvolvem projetos com foco na manufatura avançada.
A FAPESP e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram um edital que apoia pequenas empresas na realização de pesquisas para o desenvolvimento da inovação em manufatura avançada, a indústria 4.0 – o prazo de inscrições foi encerrado em dezembro do ano passado. Além desse, a Instituição também lançou a Chamada de Propostas, que será encerrada em 1º de fevereiro e seleciona empresas ou consórcios de empresas que tenham interesse em parceria com a Fundação na criação de um Centro de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada.
Fonte: https://plasticovirtual.com.br/brasil-necessita-de-reindustrializacao-com-base-na-industria-4-0/
]]>Com a crise econômica que assola o país desde 2016, as empresas dos 20 municípios que contemplam a Grande Goiânia, Anápolis, Rio Verde e outras cidades em torno do Distrito Federal, o crescimento constante dos últimos dez anos foi afetado diretamente, de acordo com o coordenador do programa no SEBRAE, Rui Costa. Segundo ele, esta parceria fortalece o ramo e “por isso foi importante contar com o incentivo do PICPlast neste momento. A implantação do programa de capacitação fez toda a diferença, por exemplo, para que os postos de trabalho se mantivessem abertos. Apesar do delicado período não registramos demissões significativas no setor”, e isso é um dado positivo que acrescenta essa conquista importante para a região.
A partir de um diagnóstico individual, as nove empresas que participam do programa iniciado em agosto de 2016, passaram por uma dinâmica para desenvolver um plano de trabalho, que tem base em quatro pilares importantíssimos: estratégias empresariais, gestão financeira, gestão comercial e gestão de qualidade. Além disso, foram ministradas instrutorias (aulas teóricas em grupo) e consultorias (atendimento in loco).
O empreendedor Hugo Dias, que está à frente da Natuplast, indústria plástica de sopro e injeção, diz desconhecer a crise e credita os ótimos resultados conquistados pela empresa devido a participação da empresa no programa. “Já tínhamos um plano de gestão traçado, mas o PICPlast e o SEBRAE foram fundamentais para lapidá-lo”. Além de ampliar a sua oferta de produtos, a Natuplast viu seu principal produto, o garrafão de água de 20 litros, ganhar acréscimo de vendas em 17% no período de um ano. Em seu catálogo de produtos a empresa traz variedade de embalagens, além de copos e canecas de plástico, que são destinados a bares, festas e eventos. O aumento de 60% no faturamento da empresa deve-se aos mais de 300 clientes atendidos ao ano. “Abrimos uma filial em Campinas, interior de São Paulo, e já programamos abrir outras duas no Norte e no Nordeste. O plano é ter uma Natuplast em cada região do país”, garante Dias.
O programa de capacitação oferecido pela parceria PICPlast e SEBRAE Goiás finaliza em dezembro deste ano. Uma parceria semelhante acontece nos Estados de Pernambuco, Alagoas e Bahia, além de programas que já foram concluídos em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Com o intuito de desenvolver o crescimento das empresas mesmo em tempos de crise, os programas são grandes incentivadores e auxiliam as empresas para que as mesmas se mantenham firmes no mercado que atuam.
Fonte: plasticovirtual.com.br
]]>Quando o assunto é redução de peso das embalagens, o PET merece menção especial. É apontada por especialistas como a resina que apresentou melhores resultados nesse quesito nos últimos tempos. “Acredito que o peso das embalagens foi reduzido de 20% a 25% nos últimos sete anos”, avalia Dinis Mota, diretor geral da Plastipak, empresa há 50 anos no mercado, com mais de 40 fábricas distribuídas pelos quatro continentes, capaz de produzir 45 bilhões de embalagens por ano. No Brasil, a empresa conta com três fábricas que somadas têm capacidade para 3,5 bilhões de unidades por ano. No mercado nacional, atende 137 indústrias e 225 marcas, produzindo pré-formas e sopro de PET em peças com volumes de 50 ml a 20 litros.
De acordo com Mota, um dos mercados em que a redução de peso alcançou maior sucesso é o de água mineral. Em outras categorias de produtos, por conta da exigência presente nas aplicações, existem fatores limitantes. Cada caso é um caso. No caso das bebidas carbonatadas, por exemplo, é preciso resistência mecânica por conta da pressão com a qual o líquido é mantido. No caso de bebidas lácteas, é necessária barreira de luz. E assim por diante.
A busca pela redução de peso é preocupação de todos os clientes. O tamanho dessa preocupação, no entanto, varia caso a caso. No caso da água, por exemplo, grandes empresas, como Nestlé e Coca-Cola, são menos radicais, procuram manter embalagens mais resistentes nas gôndolas como forma de agregar valor ao produto. As pequenas empresas mantêm o preço mais competitivo de seus produtos como arma para conquistar mercado. Por isso, elas adotam soluções um pouco mais radicais.
Qualquer que seja a preocupação do cliente, a Plastipak procura colaborar para se obter a solução mais próxima do ideal. Ela conta no Brasil com um dos seis centros mundiais de desenvolvimento e inovação mantidas mundo afora. Tal colaboração pode se dar por meio de parceria, seja a partir do desenvolvimento total ou do aperfeiçoamento de uma ideia do cliente, ou de maneira ativa, quando um projeto é desenvolvido internamente e apresentado a potenciais clientes.
Leite – Entre as centenas de itens que produz no Brasil, a Plastipak acaba de anunciar uma novidade. Trata-se da primeira embalagem do país feita de PET com capacidade de 1,5 litro para leite, desenvolvida para a empresa de laticínios Jussara. Esse cliente é o pioneiro e por enquanto único da empresa nesse segmento. Desde 2015 são fornecidas para a marca garrafas de leite de um litro.
Outro aspecto inédito no Brasil das garrafas para leite da empresa é a tecnologia usada para sua fabricação. A empresa utiliza uma fórmula aditivada de PET que elimina a necessidade do uso de materiais multicamadas para proteger o produto dos raios ultravioleta. Duas outras tecnologias são usadas no Brasil. Uma prevê o uso de matérias primas em duas camadas, sendo a exterior branca e a interior negra. Outra prevê o uso de garrafas monocamadas com a adição de etiquetas tipo manga que protegem a embalagem do gargalo até o pé. Uma quarta opção, ainda inédita no Brasil, prevê o uso de três camadas, uma preta no interior de duas brancas.
Publicado por: Jose Paulo Sant Anna na Revista Plástico Moderno
Em contraste com o aguardado excedente na capacidade local de polietileno (PE), a conjuntura para polipropileno (PP) na América do Norte permanece distante de rédea solta na oferta. Em exposição no seminário Plástics News Sumitt, realizado no início de junho em Chicago, Scott Newell, analista da consultoria texana Resin Techonology, assinalou que a capacidade norte-americana de PP opera desde 2016 na marca ao redor de 90%, de leve abaixo da faixa média de 92% em 2015. Pelas suas estimativas, o mercado espera o acréscimo da ordem de 225.000 a 320.000 toneladas, via desgargalamentos, entre 2016 e o final de 2017. De acordo com o consultor. Investimentos em curso na produção de propeno pela rota de hidrogenação de propano, a exemplo da capacidade arredondada em 750.000 t/a em implantação no Texas pela indústria Enterprise Products. Do lado dos projetos de PP nos EUA, Newell citou a planta de 250.000 t/a de partida programada para 2019 pela Formosa Plastics e, um ano depois, a entrada em campo da unidade de 450.000 t/a que elevará para cinco fábricas a capacidade de PP da Braskem na América do Norte. “Se a demanda interna crescer a 2,4% ao ano e a capacidade local de PP acusar apenas 5% de ociosidade, novas fábricas do polímero se tornarão necessárias”, ele antevê.
Fonte: Revista Plastico em Revista
]]>Um bom exemplo do Quênia direto para o Mundo. Indignado com a quantidade de resíduos recicláveis descartados diretamente no mar e acumulado nas praias de seu País, Aghan Oscar criou uma pequena empresa de reciclagem, que coleta lixo e o transforma em sinalização rodoviária.
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A Indústria 4.0 foi o foco principal da maior feira de plástico do planeta.
As empresas expositoras relataram uma grande quantidade de novos contatos, muitas dos quais já levaram a negócios fechados durante os oito dias da feira. Ulrich Reifenhäuser, Presidente do Conselho Consultivo da K 2016, resume o sentimento:
“Nunca vi antes em uma feira um número tão grande de clientes decisivos dispostos a comprar. O número e a magnitude dos negócios, alguns dos quais já concluídos aqui espontaneamente, bem como as muitas consultas concretas sobre novos projetos ultrapassam em muito as nossas expectativas! Ficou claro desde o primeiro dia que os clientes queriam não somente conhecer mais sobre as novas tecnologias, mas também comprá-las. Há fortes investimentos em todas as indústrias que são clientes do setor de plásticos e em todas as regiões do mundo “.
A feira contou com cerca de 230.000 visitantes profissionais de mais de 160 países circularam nos 17 pavilhões da exposição ao longo dos oito dias da K 2016. Encantado com os resultados, Werner Matthias Dornscheidt, Presidente e CEO da Messe Düsseldorf, diz:
“Olhando-se só para o grande número de especialistas que visitaram a K 2016 já se confirma de modo impressionante o apelo e a importância da feira – este número é, mais uma vez, claramente superior ao do evento anterior, em 2013. No entanto, o que é mais importante é: o perfil dos visitantes profissionais foi de um padrão muito alto. Nós pudemos registrar um bom e constante nível de demanda de dentro da Alemanha e um nível de interesse do exterior desproporcionalmente elevado, especialmente de outros continentes. É sabido em todo o mundo que a feira K em Düsseldorf é a plataforma de inovação mais importante para todo o setor. Uma visita aqui é simplesmente indispensável para todos que querem ficar à frente da concorrência “.
Fonte: Press Service (Messe Düsseldorf)
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