woohoo foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/wortex92/public_html/plasticonline.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131A iniciativa pretende eliminar do circuito as práticas inadequadas de coletores sem informação ou desavisados, que não armazenam corretamente o acrílico, além de misturá-lo com outros plásticos. Tais práticas fazem com que os custos de produção das chapas recicladas sejam mais dispendiosos por causa da separação de impurezas.
Além de contribuir para o aumento da qualidade da chapa reciclada e seu barateamento, o estímulo do retorno do material excedente às empresas produtoras ainda faz com que a cadeia se ajuste à Lei de Logística Reversa, que torna todos os elos do mercado responsáveis pelo descarte ecologicamente correto de resíduos sólidos.
Longe de ser um plástico comum, o acrílico, além de resistente, de ter boa aparência e ser bastante durável, é 100% reciclável. Quando descartado corretamente, pode ser novamente transformado em chapas que serão utilizadas para uma infinidade de aplicações, como objetos decorativos, displays comerciais e acessórios femininos, entre tantas outros itens. “Todo esse processo é possível porque o acrílico é um termoplástico que não sofre alterações significativas na sua estrutura química durante o reaproveitamento, permitindo que ele seja fundido no processo de recuperação do monômero de metacrilato de metila”, explica Carlos Marcelo Thieme, presidente Indac.
Tal flexibilidade ainda torna o acrílico um material valioso no mercado de reciclagem, quando comparado a outros plásticos. Isso faz com que seu índice de reaproveitamento seja bastante alto. De acordo com estimativas do setor, são recicladas no País aproximadamente 2 mil toneladas por ano de chapas e resinas acrílicas. E esse número só não é maior porque o material é muito durável e, por isso, utilizado na produção de bens com prazo de vida mais longo. Assim, um item em acrílico geralmente só é descartado quando quebra ou chega ao final de sua vida útil.
Descarte
Tanto quanto as empresas produtoras da matéria-prima, os transformadores têm responsabilidade sobre os impactos negativos de um produto no meio ambiente. Por isso, descartar corretamente os resíduos é fundamental, inclusive para que esse material volte às mãos de quem o produz. “Quando se tratar do descarte de acrílico, recomendamos que as pessoas procurem seus fornecedores de chapas. Em caso de dúvidas ou se tiver qualquer dificuldade de contato com o produtor, orientamos que procurem o INDAC. O Instituto vai informá-lo quanto à forma mais correta de descarte e armazenamento do material”, explica Thieme.
Para saber mais sobre o Prograa de Recuperação de Acrílico INDAC, o transformador pode ligar diretamente para o Instituto: (11) 3171-0423.
O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (www.indac.com.br) é uma organização criada há 17 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.
Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC
https://blogdoplastico.wordpress.com/
]]>Ao sair da fábrica, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, refrigeradores e fogões são embalados em EPS – sigla para poliestireno expandido, mais conhecido como isopor®. Ao comprá-los, o consumidor recebe um volume grande deste produto, mas na hora do descarte, fica em dúvida de qual o destino correto para o EPS.
A Termotécnica – maior indústria de transformação de EPS da América Latina, líder no mercado brasileiro deste segmento – faz questão de orientar a comunidade a partir do Programa Reciclar EPS.
É importante esclarecer que o EPS é 100% reciclável. De acordo com a Plastivida – Instituto Sócio-ambiental dos Plásticos, no Brasil, cerca de 34,5% do EPS pós-consumo é reciclado. Um terço de toda esta reciclagem é feita pela Termotécnica. O Programa Reciclar EPS nasceu em 2007, de forma inovadora e pioneira, se antecipando à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).
Números representativos do Programa Reciclar EPS
– Mais de 30 mil toneladas de EPS reciclado pela Termotécnica desde 2007;
– 100 empregos diretos;
– Redução de 1/3 em energia e insumos;
– Mais de 1.200 Pontos de Coleta;
– 391 cooperativas envolvidas;
– mais de 5mil famílias impactadas.
Detalhamento do programa
A Termotécnica passou a investir no desenvolvimento de uma ampla cadeia de logística reversa, o que foi um desafio substancial, pelo fato de ser um material extremamente leve (98% de seu volume é composto por ar).
Com investimentos na ordem de R$15 milhões instalaram-se unidades de reciclagem em Manaus, Indaiatuba, Rio Claro, São José dos Pinhais, Joinville, Petrolina e Sapucaia do Sul.
Portal online indica o ponto de entrega mais próximo
Com o objetivo de fortalecer a divulgação do Programa, a Termotécnica disponibiliza o Portal Reciclar EPS: www.reciclareps.com.br
Se a intenção for verificar onde está o ponto de entrega mais próximo, é só acessar o portal. Ao clicar no link “Onde reciclar”, o site identifica e direciona, em todo o território nacional, o ponto mais próximo de recolhimento de EPS para reciclagem.
Sobre a Termotécnica
A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.
Conquistou espaço, em 2015 e 2016 no Guia Exame de Sustentabilidade. Em 2015, o Guia elegeu a Termotécnica a empresa mais sustentável do ano no Brasil na categoria Química e destacou sua atuação na categoria Gestão de Resíduos. Além disso, desde 2014, figura entre as 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar no Brasil, segundo a Revista Você SA.
Aos 55 anos, tem sua trajetória marcada pelo empreendedorismo, desenvolvimento tecnológico e respeito ao meio ambiente. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades de negócios em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), Indaiatuba (SP), São José dos Pinhais (PR) e Sapucaia do Sul (RS).
Fonte: Pautas Incorporativas
A WORTEX Máquinas possui máquinas extrusoras para o processamento de EPS
Acesse o link para saber mais informações: http://www.wortex.com.br/produtos/challenger-recycler
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O PET tem índice de reciclagem de cerca de 60%, na Europa. Mas a reciclagem é bastante complexa, até pela alta disseminação do uso pelo mundo todo, e envolve vários sistemas de identificação de origem, o que desperdiça grande parte do material passível de reciclagem.
A tecnologia em questão foi desenvolvida no projeto Polymark, que é formado por várias associações de recicladoras, institutos de pesquisa e tecnologia e grupos industriais europeus, envolvendo toda a cadeia de valor do plástico e com apoio de um fundo da União Européia. O objetivo é maximizar a reutilização de plástico reciclado.
O sistema consegue, com muita rapidez e mecanicamente, distinguir com sucesso os plásticos que tiveram ou não contato com alimentos. Para fazer isso, são usados marcadores químicos colocados no revestimento da garrafa ou em etiqueta.
O marcador é sensibilizado por emissão de luz e depois flagrado por câmeras e a partir daí o sistema encaminha as garrafas PET para a reciclagem correta. Depois da seleção, os marcadores são retirados nas próprias máquinas de lavagem de recicláveis.
Segundo a Polymark, o sistema garante pureza de 98%. A União Européia exige pureza de 95% para o reúso de garrafas recicladas no reenvasamento de água ou outra bebida para fim alimentar.
De acordo com representantes do projeto, as tecnologias de triagem baseadas em sensores possuem a chave para permitir a economia circular para plásticos.
Fonte: Folha de S. Paulo
]]>Os curtos ciclos de vida dos produtos eletrônicos criaram problemas para a sua sustentabilidade e uma crescente crise de gerenciamento da sucata eletrônica, tornando necessário o desenvolvimento de soluções de reciclagem para esses produtos após terem alcançado o fim de sua vida e útil e que fossem amigáveis do ponto de vista ambiental. Ainda que a reciclagem tenha se expandido de forma geral nos últimos tempos, plásticos e outros componentes são eliminados por meio de queima ou então exportados para regiões pobres do mundo, representando um risco sanitário e ecológico para as populações que lá residem.
Atualmente a sucata eletrônica constitui o fluxo de rejeitos que mais cresce no mundo, cuja eliminação ecologicamente sustentável é complexa e extremamente dispendiosa. Estima-se que a cada ano surjam 50 milhões de toneladas de sucata eletrônica no mundo todo, sendo que a União Europeia descarta 100 milhões de telefones celulares e, só nos Estados Unidos, uma avaliação feita pela Agência Federal de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency, EPA) indica que mais de 30 milhões de computadores são descartados por ano (1). Em muitos países ainda não foram legalmente impostas as regras e oportunidades para a implantação da reciclagem, de forma que a maior parte da sucata eletrônica acaba sendo direcionada para o fluxo geral de resíduos.
Nos últimos tempos as taxas de reciclagem de equipamentos digitais melhoraram, particularmente por conta das diretrizes sobre sucata eletrônica impostas nos países da União Europeia. Por exemplo, cerca de 84% de todos os computadores são reciclados na Alemanha. Por outro lado, nos EUA as taxas de reciclagem são muito menores, uma vez que aproximadamente 40% dos computadores e apenas cerca de 11% dos telefones celulares são reciclados.
De forma geral, podem ser distinguidos três tipos de plásticos presentes nos produtos de informática. Os plásticos virgens que, na maioria dos casos, possuem origem petroquímica, são os que apresentam máxima intensidade de consumo de matéria-prima nesta aplicação. Por sua vez, o conceito de “conteúdo pós-consumo” (post consumer content, PCC) designa os plásticos reciclados que já foram usados em bens de consumo, incluindo não só os produtos de informática, como também embalagens, garrafas e bens de consumo duráveis. Até hoje os produtos de informática ainda apresentam reciclagem relativamente difícil. Finalmente, o “conteúdo pós-industrial” (post industrial content, PIC) define materiais rejeitados pelos processos de produção, os quais podem ser reprocessados de maneira relativamente fácil.

Fig. 1 – A reciclagem de plásticos possui uma grande demanda reprimida (Figura fornecida pela TCO Development)
Sistemas para a reutilização e preparação de metais e vidro já existem há muitos anos; por este motivo, nestes casos já foram alcançadas taxas de reciclagem entre 50 e 90%. Contudo, isto não ocorreu com os plásticos de maior valor, provenientes de bens de consumo duráveis: apenas cerca de 10% deles são recuperados. Por esse motivo há um grande excedente de plásticos provenientes de produtos de informática, os quais precisam ser reciclados de maneira ecologicamente correta.
Um problema a ser considerado é a alta toxidez dos produtos após sua vida útil. Até meados da déca-da de 1990 a maioria dos plásticosusados em bens de consumo durá-veis continha perigosos agentes antichama e outros compostos halogêneos, bem como metais pesados como chumbo, mercúrio e cádmio, os quais comprovadamente constituem risco considerável para a saúde humana e o meio ambiente. Por esse motivo, a utilização de tais plásticos pós-consumo reciclados em produtos novos é crítica, pois dificilmente seriam atendidos os rígidos critérios atuais de sustentabilidade. Estes requisitos vêm se tornando cada vez mais severos, uma vez que as disposições legais e diretrizes, bem como iniciativas espontâneas, estão exigindo comprovações adicionais que indiquem que os plásticos utilizados em um produto não contêm substâncias perigosas.
Por conta desses problemas, até hoje se usa uma quantidade relativamente pequena de plásticos reciclados na produção de equipamentos digitais. A indústria simplesmente não dispõe de quantidades suficientes de material reciclado. A falta de uma infraestrutura regular para a reciclagem impõe um desafio adicional. Os plásticos reciclados precisam atender aos requisitos do fabricante conforme o desempenho do produto e ter sua origem em fontes regularizadas e verificáveis, que hoje são raras. Um ponto decisivo para o fabricante é a possibilidade de verificação do conteúdo e das propriedades dos materiais reciclados.
Os produtos de informática com plásticos reciclados oferecem uma série de vantagens do ponto de vista da sustentabilidade. O processamento de plásticos reciclados consome até 80% menos energia, o que atua de forma positiva no balanço de gás carbônico, uma vez que uma tonelada de plástico reciclado gera até três toneladas menos de gás carbônico do que a mesma quantidade de plástico virgem (2). Menor consumo de matérias-primas na produção também significa uma quantidade muito menor de material no fluxo de resíduos, diminuição do risco ambiental e de contaminação.
A fração média estimada de plástico reciclado presente nos produtos fabricados pelas empresas que já utilizam esse material apresenta alta dispersão, variando entre 5 e 50%. Algumas poucas exceções estão em condições de alcançar participações iguais ou superiores a 80%, sobretudo por intermédio de iniciativas próprias de reciclagem, novas misturas, materiais e processos desenvolvidos internamente. Isto requer, por exemplo, gestão própria de reciclagem, com recuperação de produtos após sua vida útil e aproveitamento dos materiais em novos produtos. Também o desenvolvimento de agentes antichama mais eficientes pode contribuir para diminuir o teor de aditivos nos plásticos reciclados, possibilitando dessa forma o uso de maiores frações de reciclado.
Além disso, o desenvolvimento de plásticos reciclados sustentáveis, os quais possibilitam reduzir a fração necessária de material virgem à base de petróleo presente na formulação do material, é uma ideia promissora. Também deve ser mencionado o desenvolvimento de processos de classificação mais eficientes e automatizados nas instalações de reciclagem, por meio dos quais se pode produzir mais facilmente plásticos secundários com melhor qualidade. A partir dessa abordagem surgiram fornecedores industriais especializados, como a MBA Polymers Inc., que foi fundada em Richmond, EUA, em 1994. O conhecimento especializado desenvolvido por essa empresa no processamento de sucata plástica permite que esta retorne ao processo industrial sob o menor custo possível (3).
Uma possibilidade adicional está no reaproveitamento dos dispositivos ao invés do descarte. Segundo um estudo da Verwerters Inrego AB, com sede em Täby, Suécia, apenas naquele país foram sucatados mais de 550.000 computadores em 2012, os quais apresentavam um valor residual de 140 milhões de dólares(4). Isto fez com que essa empresa decidisse se especializar na reutilização de computadores e outros dispositivos de informática. Dessa maneira o ciclo de vida de um computador pode ser prolongado em muitos anos o que, por sua vez, atuaria de forma positiva sobre o balanço de rejeitos. Contudo, há aqui um problema prático que restringe o grau de reaproveitamento. Muitas empresas possuem requisitos internos de segurança, os quais impedem o reaproveitamento de produtos de informática obsoletos; além disso, regulamentos e disposições legais dificultam a venda desses equipamentos de segunda mão ou sua doação sem incidência de ônus.
Em princípio, o comprador de produtos de informática influencia bastante a evolução do ciclo de vida sustentável desses produtos. Um problema é o fato de muitos usuários não estarem interessados em produtos desatualizados, mesmo que apresentem total funcionalidade. E os fabricantes ficam satisfeitos quando seus clientes substituem seus equipamentos antigos aproximadamente a cada três anos. Portanto, um primeiro passo seria utilizar tais produtos durante um período mais longo de tempo.
Se isso não for possível, em razão da ocorrência de defeitos ou da evolução das necessidades do usuário, o mesmo equipamento deveria ser reconfigurado de maneira sustentável. Se os compradores, fabricantes ou fornecedores atuarem mais nesse sentido, ao mesmo tempo em que selecionarem exclusivamente produtos que contenham materiais reciclados, exercerão efeito positivo em um processo de desenvolvimento a longo prazo. Quanto mais os compradores fizerem exigências no sentido, por exemplo, do uso de uma fração crescente de plásticos reciclados em seus bens de consumo duráveis, maior será a probabilidade das indústrias de informática as implantarem. As empresas reagem com alta sensibilidade a esse tipo de retorno e direcionam seu desenvolvimento nesse sentido.
No tocante à sucata eletrônica, os usuários finais precisam refletir ainda mais sobre as consequências de seus hábitos de compra. Ainda não existe uma infraestrutura uniforme para reciclagem e, frequentemente, a sucata eletrônica – junto com as substâncias tóxicas nela presentes –, acaba sendo descartada nos países em desenvolvimento. Assim que os compradores se conscientizarem sobre essa situação, eles poderão modificar seu comportamento e, em sua próxima aquisição de equipamentos de informática, selecionar produtos que sejam fabricados e reaproveitados por meio de processos sustentáveis.
A certificação é uma ferramenta importante para dar o primeiro passo rumo à concretização do desejo por maior sustentabilidade. Ela tem o papel de desenvolver interfaces entre os usuários e a indústria de informática de forma contínua, ajudando dessa forma a disseminar as demandas. Por exemplo, a firma TCO Development AB, situada em Estocolmo, Suécia, oferece a certificação “TCO Certified Edge 2.0”, a qual garante que houve o uso de, no mínimo, 85% de plásticos reciclados nos produtos de informática que receberam esse selo.
O reconhecimento constitui uma boa plataforma para a defesa dos interesses dos compradores e proporciona apoio ao diálogo com organizações políticas por meio de cooperação. Por exemplo, em 2014 surgiu uma associação sueca de entidades independentes que emitem selos e certificados ambientais com o objetivo de aumentar sua ressonância na cobrança do cumprimento dos objetivos para proteção climática por parte do governo. O apoio de tais iniciativas faz com que os políticos tomem consciência do desejo dos eleitores e, em algumas circunstâncias, faz com que as diretrizes dos certificadores constituam a base para novas leis.
Finalmente, as certificações atuam de forma positiva sobre a padronização e podem ajudar a criar uma infraestrutura harmônica. Até o momento os critérios específicos e taxas de reciclagem ainda variam amplamente de país para país. Por sua vez, as diretrizes definidas pelos certificadores satisfazem condições similares em todas as regiões e dão suporte à implantação de um ambiente internacional uniforme.
Fonte: http://www.arandanet.com.br/revista/pi/materia/2017/03/29/sucata_eletronica.html
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A cadeia produtiva da reciclagem começa com o consumidor, que separa e entrega as embalagens ou produtos plásticos para a coleta seletiva. De lá, o material é recolhido pelos catadores e cooperativas e levado para os Centros de Triagem onde cada produto é separado pelo tipo de resina. Por isso, os produtos recebem essa numeração de 1 a 7 que auxilia na identificação.
Depois da Triagem, cada grupo de material é levado para as Recicladoras.
Na Reciclagem para os materiais plásticos pós-consumo, as etapas são:
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(Foto Moinho Wortex)
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(Foto Sistema de Lavagem Wortex)
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(Foto Linha Challenger Recycler Wortex)
As Recicladoras enviam a matéria-prima para as indústrias de transformação (os chamados “Transformadores” da Cadeia Produtiva do Plástico). São elas que desenvolvem os produtos em plástico que fazem parte da nossa vida e que trazem soluções inovadoras para todos os setores da indústria.
Fontes: Impactos ambientais causados pelo plástico
http://www.plasticotransforma.com.br/etapas-do-processo-de-reciclagem-do-plastico
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